Representantes da Câmara de Comércio, Indústrias, Serviços e Agronegócio (Cacis) de Estrela, a concessionária de energia RGE e o Poder Público Municipal voltaram a se reunir nesta quinta-feira (30). O encontro, mais uma vez na sede da Cacis, foi o primeiro de 2026 do programa de aproximação das partes, que se iniciou em abril do ano passado, para a solução de demandas pontuais que envolvam interesses comuns dos envolvidos.
Foi o quarto encontro neste sistema, iniciado em abril de 2025, após movimento da entidade ainda em 2024. A reunião contou com a participação do consultor de negócios da concessionária, Cristiano Guedes da Silva; o diretor Executivo da Cacis, Paulo Finck; a diretora da Cacis e da prefeitura, Cláudia Argiles da Costa, do secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Agronegócio e Turismo, Marcelo Sulzbach; e também os vereadores Júlio César Schorr e Fabiano Hauschild.
Na pauta, o levantamento e entendimento de demandas indicadas por sócios da Cacis que ainda não tiveram retorno ou solução por parte da concessionária, ou mesmo surgidas pontualmente, tanto na esfera da cidade como também do interior. Entre estas aumento da capacidade de carga em alguns pontos, assim como de iluminação pública em locais de interesse comercial, industrial e de prestadores de serviço, como ainda agroindustrial.
Guedes, da concessionária, explicou algumas situações e procedimentos e prazos que precisam ser respeitados, como também alguns serviços relacionados que são necessários serem realizados para cada operação. E trouxe um balanço das demandas solucionadas após o encontro de outubro de 2025. Assim como ocorreu após as outras reuniões, a RGE fará agora um estudo das pautas atuais, buscando a solução das mesmas. Mas de forma preliminar, já comprovou como algumas falhas por parte dos clientes nos processos necessários, como protocolos e desrespeito às normas técnicas, impediram uma solução mais fácil e ágil.
Protocolos e canais
Um ponto que sempre é enfatizado pelo diretor da concessionária é a importância da formalização de qualquer solicitação por meio dos canais oficiais da RGE. Ele voltou a reiterar que a abertura do protocolo é o que dá início aos processos, e que os mesmos devem ser feitos nos canais oficiais da RGE, e não na prefeitura ou mesmo na Cacis. “É o protocolo que estabelece prazos, orientações e atribuições. Sem essa etapa, a RGE não dispõe de instrumentos formais para agir, já que, em muitos casos, são exigidas outras intervenções que não estão sob responsabilidade exclusiva da empresa”, pontua.

