COLUNISTA
Quando a decisão deixa de ser improviso e passa a ser processo. O limite da decisão isolada
   

Por André Roberto Mallmann
05/08/2026 14h26

Até aqui vimos um movimento que se repete dentro de muitas empresas.

Problemas recorrentes.

Decisões diferentes para situações semelhantes.

Gestores conduzindo questões relevantes sem critérios comuns.

E, como consequência, riscos que deixam de ser exceção e passam a fazer parte da operação.

Mas existe um ponto que separa empresas que apenas reagem daquelas que conseguem construir consistência: a forma como a decisão acontece.

Enquanto decidir depender apenas de experiência individual cada situação continuará começando do zero.

E quando tudo começa do zero o risco nunca é realmente controlado.

 

O improviso invisível

 

Grande parte das empresas não percebe que opera por improviso.

Porque improviso, nesse contexto, não significa desorganização aparente.

Os processos continuam acontecendo.

Os contratos continuam sendo assinados.

As decisões continuam sendo tomadas.

O problema é outro.

Não existe uma

   

  

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