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COLUNISTA |
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O PERIGO DAS DECISÕES SEM PADRÃO |
E que, quando os mesmos problemas continuam acontecendo, a causa dificilmente está no caso específico.
Ela está na forma como as decisões são tomadas.
Mas isso nos leva a um ponto ainda mais profundo: o que existe por trás dessa repetição?
A ausência de padrão
Quando decisões não seguem um critério claro, cada situação passa a ser tratada como úni-ca.
Não há referência.
Não há histórico estruturado.
Não há parâmetro que oriente o caminho.
E, com isso, a decisão deixa de ser um processo.
Ela passa a ser um evento.
Algo pontual.
Isolado.
Dependente do momento.
O risco que não aparece
Esse tipo de decisão não gera, de imediato, um problema visível.
Na maioria das vezes, ela funciona.
O contrato é fechado.
A operação acontece.
A situação segue.
E isso reforça uma percepção perigosa: a de que o modelo está funcionando.
Mas o que não aparece naquele momento não deixa de existir.
Ele apenas se acumula.
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